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aartyom:

Ω

Posted on Sep 06— 1 week ago
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lysa-bell:

Please - don’t let go
loosely based on Rotzlöffels Fanart

Posted on Sep 06— 1 week ago

micaela-wasnt-here:

i’m sorry

original idea

Posted on Sep 06— 1 week ago
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elizabethscomstock:

()

Posted on Sep 06— 1 week ago
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gieldan:

Se aquela garota soubesse quantas pessoas foram mortas com a desculpa “pedir uma xícara de açúcar”… Essa deveria ser a frase mais dita por assaltantes disfarçados ou espiões querendo tirar totalmente proveito da situação. Booker não estava surpreso que aquele imbecil de cabelo escovado tivesse usado tal método para se aproximar dela. Jesus. O homem não tinha nenhuma noção, mesmo. O ariano soltou uma risadinha desdenhosa - mania quase feia que tinha - e finalmente se desencostou da parede e ficou ao lado da mocinha no fogão. Moveu a panela pesada levemente de um lado para o outro usando o cabo de madeira; estava com preguiça E irritado demais para procurar um garfo na casa.

"Continua sem ter onde cair morto, o sujeito." E ainda tinha a cara de pau de pedir coisas para alguém que já havia quitado suas dívidas. Quase todas. "E você poderia me dizer o que ele queria saber sobre nós?” Sério, aquela conversa toda estava acabando com seu apetite. Era só extremamente estressante ter alguém daquele bairro cuidando de sua vida. Mesmo as senhoras que passavam o dia sentadas fora de casa só sabiam comentar sobre o que não era de suas malditas contas. A verdade é que uma moça tão jovem morar com um homem adulto era normal… Se ambos fossem casados. Mas uma menina solteira e um homem solteiro sobre o mesmo teto era tabu. Sabe-se lá o que aquele povo dizia pelas suas costas, o que não o importava. A única coisa que conseguia pensar é como Elizabeth poderia ser prejudicada por fofocas.

"… O cheiro está bom." Sim, estava. Apesar do clima um tanto pesado, Booker esforçava-se para aliviar toda aquela conversa. Não sabia se deveria jogar sal naquela água borbulhante. Talvez… É, com certeza. Precisava de sal.

Passou o braço por trás das costas da menina, sem pensar em pedir ajuda primeiro. O saleiro ficava no pequeno armarinho ao lado do fogão, e logo ele tinha um punhado entre os dedos. Jogou o tantinho na mistura e deixou a panela quieta, concentrando-se em colocar a louça na mesa. Resolveria tudo no dia seguinte. Ela estava ali com ele, e não iria a lugar algum. Nada de pressa por ora.

Talvez ela tivesse ocultado a parte em que o vizinho deixou claro que ele estava ali, a disposição, para qualquer coisa que ela precisasse, e que tinha praticamente se convidado a entrar na casa, mas Elizabeth tinha em mente que era o melhor a fazer. Booker nunca foi muito bom em lidar com coisas que mexiam com seu emocional, e esse era o motivo de ele ter tido que trabalhar sozinho em algum ponto de sua vida, e no pouco tempo em que eles se conheceram ela tinha aprendido isso. Ele era um ariano explosivo e rabugento, que gostava de ter as coisas sob controle, do seu jeito, e que tinha se acostumado a trabalhar sempre sozinho.

Elizabeth nem mesmo sabia se ele estava feliz por tê-la morando com ele. Aconteceu que, depois de ser tirada de sua torre, de sua antiga vida, de Columbia, ela simplesmente não tinha mais ninguém—não tinha amigos, família, ninguém a quem pudesse recorrer. Elizabeth só tinha Booker. Talvez tudo o que aconteceu o tivesse forçado à situação atual, ela sempre quis perguntar isso, sempre quis saber se ele estava confortável desse jeito, mas nunca teve coragem. Talvez porque sabia que ele seria sincero, e talvez porque não sabia se queria ouvir a resposta.

Estava preparada para continuar falando quando Booker pegou o sal e começou a temperar o molho de qualquer jeito, como se soubesse o que estava fazendo, e ela, esperta como era, percebeu que ele não queria permanecer naquele assunto. Era desagradável. 

Ela sorriu para ele de um modo discreto, vendo-o se afastar e ir até a mesa pôr a louça, e então ela desligou o fogo. Separou o macarrão cozinhado em dois pratos, a quantidade exata para os dois, e cobriu-o com o molho vermelho. Tirou o avental, pegou os pratos e foi até a sala de estar, parando na porta que ligava a cozinha ao outro cômodo.

“Se não ficou bom você vai ter que comer mesmo assim” disse, suspirando com uma expressão mais leve no rosto. “Demorei muito para fazer e não quero ouvir nenhuma reclamação, Booker. Se for bonzinho, conto o que nosso vizinho perguntou a nosso respeito.”

Posted on Sep 06— 1 week ago
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gieldan:

Só de ouvir aquelas últimas palavras, as sobrancelhas de Booker franziram-se perigosamente. O que. Aquele babaca. Queria. Não confiava nas palavras espertas do raposa velha, naquelas olhos castanhos e finos, no queixo barbeado e cabelos bem aparados. Na verdade, toda aquela pompa o tornava ainda mais irritante e ridículo. Ele soprou o ar com força, olhos voando de Elizabeth para a panela cheia de macarrão, óleo e água borbulhante. Combinação perigosa.

Sei que toma. E o que ele queria aqui, mesmo? Não tenho mais negócios com o sujeito.” Falava enquanto terminava de quebrar o palito cru de macarrão entre os molares, braços bronzeados bem apertados contra o peito. Não confiava no homem porque sabia o quanto ele era desprezível e vil, cheio de truques. Elizabeth era inteligente e tinha um estranho jeito com pessoas, mas ainda assim… Ela não poderia se defender caso o pior acontecesse.

Ou poderia. Contando com aquele estranho dom.

"… Não importa. Não confio nele e você também não deve.” Desviou os olhos para a janela aberta, fingindo estar despreocupado.

Seria impossível para ela não reparar na súbita mudança de tom do homem ao seu lado—perfeitamente justificável, pensava ela consigo, uma vez que Elizabeth sabia que ele já tinha lidado com todo tipo de gente durante a vida, das mais honestas às mais vis, e tinha uma consciência quase prática do pior lado que o mundo podia ter. Era absolutamente natural que ele não confiasse nas pessoas, especialmente nas que estavam tão próximas fisicamente, que tinham acesso à vida dele, ao seu covil, com tanta facilidade. Nada o faria achar que estava seguro, que os fantasmas do passado, de pessoas que ele matou, entregou e perseguiu, não viriam assombrá-lo. 

E ela sabia disso. 

Talvez por essa razão ela tentasse criar aquele clima familiar dentro da casa nova. Um sentimento de tranquilidade, de paz, de renovação. Queria que ele se sentisse feliz ao seu lado, queria vê-lo rindo, queria ver mais daquele lado brincalhão e despreocupado que sabia que ele tinha e que já tinha presenciado algumas poucas vezes, em raríssimas ocasiões, quando os dois não estavam fugindo. Era quase como uma renovação. 

image

Ele veio pedir uma xícara de açúcar” disse, sem encará-lo. “E depois começou a fazer perguntas sobre nós.” 

A palavra, dita com uma ênfase quase tímida, saiu da boca da morena rapidamente. Ela não parecia estar dizendo nada demais.

“Perguntou-me se eu estava me adaptando bem e se ofereceu para me apresentar a alguns outros vizinhos.” 

O molho estava pronto. 

Posted on Sep 06— 1 week ago
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[ & ] Now the door is o p e n 
              The world I knew is вяσкєη
                         There’s no return,

                                      { For when the darkness comes }

Posted on Aug 15— 1 month ago
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Title: Apology
Artist: Booker DeWitt (Troy Baker)
Played: 4981 times

columbiacalling:

VOXOPHONE: Apology.

[coughs] Fitzroy… you win this fool war, you send this to New York. [bloody coughs] They ain’t getting the girl. Whoever they are — [winces] Maybe I did right by you and the Vox, but in the end… that don’t square anything.

[gasping] Anna… Anna… I’m sorry…

END  RECORDING
Posted on Aug 15— 1 month ago
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Anonymous ;  
Que sorriso esperto é esse?

“Hã?” a garota franziu o cenho. “Do que é que você está falando? E quem é você?” 

Posted on Aug 14— 1 month ago
· reblog

"I tremble for my country when I reflect that God is just, and that His justice cannot sleep forever."

-Thomas Jefferson

Posted on Aug 14— 1 month ago
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